Garantire il nostro futuro: riduzione dei gas serra del 90% al 2040 in Ue

Fonte Asvis  che ringraziamo 

Settimana 5-11 febbraio. La Commissione fissa gli obiettivi climatici al 2040. Il Parlamento europeo adotta risoluzioni su Omc, parità di genere, Lgbtiq, disinformazione e ingerenze della Russia nei processi democratici.

Consulta la rassegna dal 5 all’11 febbraio

Il 6 febbraio la Commissione ha adottato un importante Comunicazione quadro per gli obiettivi di decarbonizzazione al 2040 intitolata “Garantire il nostro futuro – L’obiettivo climatico europeo per il 2040 e il percorso verso la neutralità climatica entro il 2050. Costruire una società sostenibile, giusta e prospera”.

Nel quadro della legge europea per il clima che stabilisce il conseguimento della neutralità climatica entro il 2050, presentando la sua visione oltre gli obiettivi 2030 stabiliti dal pacchetto “pronti per il 55%” e integrati successivamente al rialzo con “RePowerEu”, la Commissione europea esprime fiducia nel fatto che come risultato dalla Cop 28 di Dubai anche il resto del mondo si sta rapidamente muovendo sula strada della decarbonizzazione, accogliendo anche nella dichiarazione finale il livello d’ambizione proposto dall’Ue.

Come evidenzia la Commissione gli obiettivi climatici europei perseguono finalità sociali economiche e geopolitiche molte ampie:

la visione dell’Europa alla fine del prossimo decennio è completa: dovrebbe rimanere una destinazione privilegiata per le opportunità di investimento che portano posti di lavoro stabili e di qualità a prova di futuro, con un forte ecosistema industriale. L’Europa dovrebbe essere leader nello sviluppo dei mercati delle tecnologie pulite del futuro, in cui tutti i principali Paesi e imprese cercano di sfruttare le opportunità di mercato. Diventare un continente con energia pulita, a basse emissioni di carbonio e a prezzi accessibili, nonché con alimenti e materiali sostenibili, lo renderà resiliente alle crisi future, come quelle attualmente causate da interruzioni nella fornitura di combustibili fossili. Rimanendo un leader globale e un partner fidato nell’azione per il clima, l’Europa rafforzerà contemporaneamente la sua autonomia strategica aperta e diversificherà le sue catene di valore globali sostenibili per essere padrona del suo destino in un mondo volatile.

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Urgentes e necessárias, políticas de adaptação climática enfrentam dilemas éticos no Brasil e no mundo

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Marcelo de Araujo, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Pedro Fior Mota de Andrade, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

A solução para se conter o aquecimento global é a mesma para todos os países: reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), especialmente o dióxido de carbono (CO2). Esta é uma medida de mitigação. Mas ainda que todos os países resolvessem implementar imediatamente políticas de mitigação radicais, a crise climática não seria resolvida de um dia para o outro. Para se lidar com as mudanças climáticas são necessárias também políticas de adaptação.

Diferentemente das políticas para mitigação, as estratégias de adaptação devem ser específicas para cada cenário regional. Isto significa que diferentes países e regiões exigirão políticas de adaptação distintas. Por exemplo, no contexto brasileiro, a escassez de água na Região Nordeste pode contrastar diretamente com o excesso de chuvas na Serra Fluminense, resultando na necessidade de ações adaptativas específicas para cada realidade.

A discussão sobre políticas para adaptação constitui um dos tópicos mais controversos na agenda internacional para negociações climáticas. Os países mais pobres, que menos contribuíram para as emissões de GEE, reivindicam dos países mais ricos recursos financeiros e suporte tecnológico para se adaptar. Esse tema foi recentemente discutido na COP28, a Conferência das Nações Unidas sobre o clima, mas o valor oferecido pelos países mais ricos foi considerado “tímido” diante das necessidades dos países mais pobres.

Da interação entre políticas de adaptação e políticas de mitigação surgem dilemas éticos que ainda não foram devidamente discutidos no Brasil. Consideremos o cenário em que países mais ricos auxiliam os mais pobres na adaptação às mudanças climáticas. Contudo, suponhamos, por outro lado, a falta de cooperação internacional de longo prazo para promover políticas de mitigação. Nesse contexto, torna-se desafiador realizar estimativas confiáveis sobre o cenário ao qual cada região do planeta deverá se adaptar.

Cenários climáticos futuros

Se políticas de mitigação radicais fossem implementadas hoje, poderíamos ter a esperança de limitar o aquecimento global a 1,5°C acima da temperatura média do planeta na era pré-industrial, tal como previsto pelo Acordo de Paris. No entanto, sem cooperação internacional contínua para limitarmos a emissão de gases de efeito estufa, o aumento da temperatura pode chegar a 3,0°C, ou mesmo ultrapassar 4°C ao final do século XXI. Essa variação de temperatura pode não parecer importante, mas como o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) enfatiza: “Com cada aumento do aquecimento global, as mudanças regionais no clima médio e nos extremos tornam-se mais generalizadas e pronunciadas.”

O gráfico do IPCC (Imagem 1) resume centenas de estudos científicos sobre cenários climáticos futuros. Quatro diferentes cenários são apresentados no gráfico, cada um associado a um determinado aumento de temperatura. Podemos ver que os quatro cenários são bem diferentes entre si no que se refere, por exemplo, à temperatura mais elevada para cada ano, especialmente na América do Sul (linha a); ou no que se refere à umidade e viabilidade do solo para a agricultura (linha b); ou índices pluviométricos atípicos (linha c). Para qual desses cenários, então, o Brasil deve se adaptar?

Infelizmente, não é possível darmos uma resposta exata para essa pergunta, pois não é claro se haverá cooperação internacional contínua para promoção de medidas de mitigação. Sem sabermos de antemão se medidas de mitigação serão implementadas na arena internacional, os governos não têm como saber para que tipo de cenário devem guiar suas respectivas políticas de adaptação: se para um cenário em que a metas do Acordo de Paris são cumpridas, ou para um cenário de 2°C, ou de 3°C, ou mesmo de 4°C de elevação da temperatura.

Políticas brasileiras e dilemas éticos

O governo brasileiro atual tem demonstrado empenho na elaboração de um novo plano para adaptação climática, sobretudo porque o Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima (PNA), criado em 2016, como o próprio governo admitiu recentemente, “ficou desatualizado”. No entanto, qualquer novo plano para adaptação climática que desconsidere a igual urgência para a implementação de medidas de mitigação corre o mesmo risco de ficar rapidamente desatualizado.

O governo brasileiro poderia talvez alegar que, neste momento, políticas de adaptação são mais urgentes do que políticas de mitigação. Proteger populações vulneráveis contra eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes, é uma questão de justiça social. Ótimo! Mas o risco é promover a justiça social em detrimento da justiça intergeracional. Ou seja, muitas pessoas parecem não se dar conta de que políticas para promoção da justiça social podem entrar em conflito com princípios da justiça intergeracional. É dever das gerações presentes proteger o ambiente para as futuras gerações.

Podemos imaginar um cenário em que, no horizonte dos próximos trinta anos, a adaptação climática seja levada a cabo em consonância com princípios da justiça social. As pessoas da geração atual, assim, serão protegidas. No entanto, se a adaptação climática for financiada, por exemplo, com recursos gerados pela exploração de combustíveis fósseis, e sem consideração pela promoção de políticas de mitigação, o benefício para uma geração será obtido em detrimento dos interesses das próximas gerações.

Não importa no caso anterior se os combustíveis fósseis extraídos no Brasil serão consumidos aqui ou outras partes do mundo. Os GEE podem se acumular por vários séculos na atmosfera, independentemente de fronteiras nacionais. Esse efeito cumulativo e gradual pode acabar encorajando as pessoas da geração atual – e especialmente as pessoas mais velhas dentro da geração atual – a continuar emitindo GEE, pois elas mesmas terão menos a sofrer com o fracasso das políticas de mitigação do que as gerações futuras, ou do que as pessoas mais jovens da geração atual.

Políticas para adaptação climática devem andar lado a lado às políticas para mitigação. Apenas esforços radicais e imediatos para redução e eliminação da emissão dos GEE nos permitirão planejar de modo eficaz as políticas para adaptação climática em consonância não apenas com princípios da justiça social, mas em harmonia também com princípios básicos de justiça intergeracional.The Conversation

Marcelo de Araujo, Professor de Filosofia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Professor de Filosofia do Direito, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Pedro Fior Mota de Andrade, Pós-doutorando em Filosofia, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

This article is republished from The Conversation under a Creative Commons license. Read the original article.

Il 2023 è stato l’anno più caldo mai registrato

FONTE : ANTROPOCENE.ORG
che ringraziamo

Fonte: Climate&Capitalism – 09.01.2024

Il Copernicus Climate Change Service (C3S) della Commissione europea afferma che il 2023 è stato il primo anno in cui tutti i giorni sono stati più caldi di 1°C rispetto al periodo preindustriale.

Le temperature globali senza precedenti registrate a partire da giugno hanno fatto sì che il 2023 diventasse l’anno più caldo mai registrato, superando di gran lunga il 2016, il precedente anno più caldo. Il rapporto 2023 Global Climate Highlights presenta una sintesi generale degli estremi climatici più rilevanti del 2023 e dei principali fattori che li determinano.

Il direttore del C3S Carlo Buontempo commenta:

«Gli estremi che abbiamo osservato negli ultimi mesi testimoniano in modo drammatico quanto siamo lontani dal clima in cui si è sviluppata la nostra civiltà. Questo ha profonde conseguenze per l’Accordo di Parigi e per tutti gli sforzi umani. Se vogliamo gestire con successo il nostro portafoglio di rischi climatici, dobbiamo urgentemente decarbonizzare la nostra economia, utilizzando al contempo i dati e le conoscenze sul clima per prepararci al futuro».

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ETUI. I lavoratori e la sfida climatica . Il magazine HesaMag #28 – Inverno 2023

 

Fonte ETUI 

Per innumerevoli lavoratori in tutta Europa, ci sono due aspetti della “sfida climatica”. La presente relazione speciale esamina entrambi in parallelo. Il primo è il cambiamento climatico stesso e tutti i pericoli che comporta per la salute dei lavoratori. Aude Cefaliello affronta il tema scottante dello stress da caldo sul lavoro e la necessità di una soglia protettiva minima a livello europeo. Théophile Simon visita il sud della Francia, dove gli agricoltori lottano contro una persistente siccità, a scapito della loro sicurezza finanziaria e della loro salute mentale. E oltre il confine con la Spagna, Berta Chulvi parla con i vigili del fuoco che si trovano letteralmente in prima linea nel riscaldamento globale.

L’altro lato della medaglia è la transizione che le nostre società ed economie devono intraprendere per mitigare il cambiamento climatico: un cambiamento colossale con i suoi impatti distinti sulle condizioni di lavoro. Bethany Staunton intervista Judith Kirton-Darling, segretaria generale congiunta di industriAll, sulla necessità di una “transizione giusta” che coinvolga i lavoratori. Arthur Neslen indaga sui potenziali costi sanitari derivanti dalla spinta dell’UE verso l’estrazione di materie prime critiche. Mick Lynch esamina attentamente la pericolosa cultura del subappalto e della deregolamentazione nelle odierne industrie energetiche offshore, comprese le energie rinnovabili. Vera Weghmann prosegue con una critica al piano di economia circolare dell’UE, e Angelo Ferracuti chiude il dossier con un racconto pieno di speranza sul possibile percorso da percorrere: un collettivo di operai italiani che hanno preso nelle proprie mani la transizione verde.

Per scaricare il file pdf di Hesamag #28  in lingua inglese clicca QUI

Per scaricare il file pdf di Hesamag #28 in lingua francese clicca QUI

 

Mentre il pianeta bolle, le grandi compagnie dei media continuano a portare acqua ai giganti dei combustibili fossili

 

Fonte Znetwork che ringraziamo

Autore:

Quando si tratta di reportistica sul clima, le grandi compagnie dei media continuano a deludere il pubblico.

Il 28° vertice della Conferenza delle parti della Convenzione quadro delle Nazioni Unite sui cambiamenti climatici (COP28), si è recentemente riunito a Dubai, negli Emirati Arabi Uniti (EAU). Il presidente del vertice, Sultan Ahmed Al Jaber – che è anche a capo della compagnia petrolifera nazionale degli Emirati Arabi Uniti – ha attirato critiche per le voci secondo cui avrebbe pianificato di utilizzare la COP28 per concludere accordi petroliferi e per sostenendo non c’è “nessuna scienza” dietro le richieste urgenti per l’eliminazione graduale dei combustibili fossili, una dichiarazione che in seguito ha ritrattato. CNNCBSIl New York Times, e altro organi di informazione dell’establishment tutti raccontavano del tumulto che circondava la sua difesa mercenaria dei combustibili fossili.

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2023 Rapporto sul rischio climatico materiale dell’infrastruttura ospedaliera globale di XDI

 

Fonte  Antropocene.org

Il rischio di danni agli ospedali dovuti a eventi meteorologici estremi è già aumentato del 41% dal 1990 a causa delle emissioni di gas serra.

Il 2 dicembre, XDI Cross Dependency Initiative, una società di consulenza specializzata nella comprensione e nella gestione dei cambiamenti climatici inevitabili, ha pubblicato un rapporto che valuta i rischi climatici materiali cui sono esposti oltre duecentomila ospedali in tutto il mondo.

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A heatwave in Antarctica totally blew the minds of scientists. They set out to decipher it – and here are the results

DM Bergstrom, Author provided

Dana M Bergstrom, University of Wollongong

Climate scientists don’t like surprises. It means our deep understanding of how the climate works isn’t quite as complete as we need. But unfortunately, as climate change worsens, surprises and unprecedented events keep happening.

In March 2022, Antarctica experienced an extraordinary heatwave. Large swathes of East Antarctica experienced temperatures up to 40°C (72°F) above normal, shattering temperature records. It was the most intense heatwave ever recorded anywhere in the world.

So shocking and rare was the event, it blew the minds of the Antarctic climate science community. A major global research project was launched to unravel the reasons behind it and the damage it caused. A team of 54 researchers, including me, delved into the intricacies of the phenomenon. The team was led by Swiss climatologist Jonathan Wille, and involved experts from 14 countries. The collaboration resulted in two groundbreaking papers published today.

The results are alarming. But they provide scientists a deeper understanding of the links between the tropics and Antarctica – and give the global community a chance to prepare for what a warmer world may bring.

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Vero coraggio politico

 

Image by Gary Bembridge, Creative Commons Attribution 2.0

Fonte Znetwork che ringraziamo

9 gennaio 2024

Questo sarà un post breve, ma questo pomeriggio a Londra è successo qualcosa di importante che immagino non verrà riportato in America: qualcosa di coraggioso e con implicazioni reali.

Forse ricorderete che qualche settimana fa ho  scritto che l’accordo internazionale del mese scorso secondo cui era giunto il momento di “abbandonare i combustibili fossili nei sistemi energetici, in modo giusto, ordinato ed equo” significava che non era più intellettualmente difendibile per consentire alle nazioni di consentire l’espansione dell’industria del petrolio e del gas.

Stamattina Chris Skidmore, deputato conservatore ed ex segretario all’Energia nel governo Tory,  ha annunciato  le sue dimissioni dal Parlamento. Perché? Perché la prossima settimana il governo, guidato da Rishi Sunak, cercherà di aprire il Mare del Nord a una nuova enorme ondata di trivellazioni di petrolio e gas. È come se un senatore repubblicano dicesse: “Non mi ricandiderò perché il mio partito è diventato una filiale dell’industria dei combustibili fossili”. Ciò non accadrà, temo, ma è successo in Gran Bretagna, e nel modo più esplicito. Come ha sottolineato Skidmore nella sua  lettera di dimissioni :

Le decisioni prese alla COP28 il mese scorso hanno messo in moto la transizione globale verso l’abbandono dei combustibili fossili . Mentre continua la crescita esponenziale dell’energia rinnovabile e pulita, mentre cerchiamo di ridurre la nostra domanda di energia per i combustibili fossili attraverso l’adozione di una migliore efficienza energetica negli edifici e nell’industria, mentre l’adozione dell’elettricità sostituisce i combustibili fossili, non c’è motivo di  sostenere per aumentare la produzione di combustibili fossili in un momento in cui gli investimenti dovrebbero essere fatti altrove , nelle industrie e nelle imprese del futuro, e non del passato.

Ha continuato dicendo

Man mano che i combustibili fossili diventano sempre più obsoleti, l’espansione di nuove licenze per petrolio e gas o l’apertura di nuovi giacimenti petroliferi non farà altro che creare risorse non recuperabili del futuro, danneggiando le comunità locali e regionali che dovrebbero invece essere supportate nella transizione delle loro competenze e competenze verso l’energia rinnovabile e pulita.

E questo:

Il disegno di legge che sarà discusso la prossima settimana  non ottiene altro che inviare un segnale globale che il Regno Unito si sta allontanando sempre più dai suoi impegni climatici. Non possiamo aspettarci che altri paesi eliminino gradualmente i loro combustibili fossili mentre allo stesso tempo noi continuiamo a rilasciare nuove licenze o ad aprire nuovi giacimenti petroliferi.  È una tragedia che al Regno Unito sia stato permesso di perdere la propria leadership sul clima, in un momento in cui le nostre imprese, industrie, università e organizzazioni della società civile stanno fornendo leadership e competenze di prima classe a così tante persone in tutto il mondo, ispirando un cambiamento in meglio.

 

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Le storie climatiche più promettenti del 2023 (… con moderato ottimismo … nde )

Fonte Znetwork che ringraziamo

 

Immagine di Creative Commons Attribuzione 3.0

Scrivere e leggere sul cambiamento climatico può essere triste. 

Sicuramente hai letto le stesse storie che abbiamo fatto quest’anno. Il 2023 è stato  l’anno più caldo  mai registrato. La COP 28 è stata  invasa e corrotta  dai lobbisti dei combustibili fossili. La produzione di petrolio e gas continua  a crescere . 

Ma il momento attuale in cui viviamo è complicato perché, sebbene ci sia così tanto di cui disperare, ci sono anche innumerevoli segnali di progresso climatico. Come ha detto l’anno scorso la scienziata del clima Kate Marvel   a David Wallace-Wells del New York Times: “Viviamo in un mondo terribile e viviamo in un mondo meraviglioso”. 

Non è una contraddizione affermare che il 2023 è stato sia uno degli anni peggiori per il nostro futuro climatico sia uno dei migliori, un anno pieno di ragioni per disperare e pieno di segnali di speranza. 

Per inaugurare il nuovo anno, vorremmo riflettere su alcuni dei segnali di progresso climatico che abbiamo visto nel 2023. Ecco 17 storie di speranza che potresti aver perso quest’anno.

La diffusione globale delle energie rinnovabili è aumentata

Gli Stati Uniti hanno installato quasi 33 GW di energia solare

Nel 2023, gli Stati Uniti hanno aggiunto   alla rete quasi 33 GW di nuova capacità solare . Si è trattato dell’espansione più grande mai vista in un solo anno – e un balzo di circa il 50% rispetto al 2022. Anche il settore residenziale, che   quest’anno  ha dovuto affrontare numerose sfide , è cresciuto del 12%.

La maggior parte della crescita della capacità solare è derivata da progetti su scala industriale. Gli sviluppatori hanno aggiunto circa 20 GW di energia solare su scala industriale nel 2023, in aumento di quasi il 100% rispetto all’anno precedente. 

La Cina è sulla buona strada per raggiungere in anticipo il suo obiettivo di rinnovabili entro il 2030

La crescita delle energie rinnovabili sta decollando anche in Cina. Secondo un recente rapporto del Global Energy Monitor , il Paese è sulla buona strada per raggiungere il suo ambizioso obiettivo di energia rinnovabile entro il 2030, ovvero costruire 1.200 GW di capacità rinnovabile, cinque anni prima del previsto   .

 

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Estratto del libro: “Cambiamenti climatici catastrofici: lezioni dai dinosauri”

Segnaliamo questo estratto del Libro ” Catastrophic climate change: Lessons from the dinosaurs”  di   Michael E. Mann 

Una lettura per davvero illuminante 

The following is an extract from climate scientist Michael Mann’s new book, Our Fragile Moment: How Lessons from Earth’s Past Can Help Us Survive the Climate Crisis, published in September 2023 by Public Affairs/Hachette Book Group. Used with permission.

Per leggere questo estratto vai alla fonte.

” Catastrophic climate change: Lessons from the dinosaurs”

Bilancio della COP28: tredici osservazioni

 

FONTE : CLIMATE & CAPITALISM

La dichiarazione finale della debacle di Dubai menzionava i combustibili fossili, ma non prometteva nulla

La 28a Conferenza delle Parti della convenzione quadro delle Nazioni Unite sui cambiamenti climatici si è conclusa il 13 dicembre con un accordo dell’ultimo minuto che menziona i combustibili fossili, ma promette poca o nessuna azione. Con oltre 90.000 persone registrate, tra cui oltre 2.400 lobbisti dell’industria dei combustibili fossili, si è trattato, come hanno commentato molti osservatori, di una debacle nel deserto.

In un’intervista con Reuters, Greta Thunberg ha affermato che il testo finale della conferenza “è inefficace e non è nemmeno lontanamente sufficiente a mantenerci entro il limite di 1,5 gradi. È una pugnalata alle spalle per i più vulnerabili.”

Il seguente riassunto è stato preparato da Carbon Brief, un sito web con sede nel Regno Unito che tratta la scienza del clima, ma anche la politica climatica e la politica energetica. Per maggiori dettagli, consulta il loro rapporto approfondito sui risultati chiave della COP28.


Via i fossili: quasi 200 paesi hanno deciso di aiutare il mondo a rinunciare ai  combustibili fossili”, come parte del “bilancio globale” deciso alla COP28, secondo . L’accordo “invita[ndr]” tutti i paesi a contribuire, utilizzando il linguaggio giuridico delle Nazioni Unite più debole possibile per chiedere un’azione. Eppure anche questo obiettivo è stato conquistato a fatica, poiché una precedente bozza di accordo aveva lasciato del tutto facoltativa l’azione sui combustibili fossili.Riepilogo approfondito degli interventi di Carbon Brief

Dove vanno i finanziamenti? Il bilancio richiedeva anche di triplicare le energie rinnovabili, raddoppiare l’efficienza energetica e “ridurre sostanzialmente” le emissioni di metano, il tutto entro il 2030. Questi obiettivi hanno raggiunto quattro dei cinque obiettivi “pilastri” per mantenere l’1,5°C a portata di mano, stabiliti dall’Agenzia internazionale per l’energia (IEA) in vista della COP28. Il cruciale quinto pilastro – il finanziamento per i paesi in via di sviluppo, che avrebbe potuto sbloccare maggiori ambizioni altrove – era in gran parte mancato.

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Hard-fought COP28 agreement suggests the days of fossil fuels are numbered – but climate catastrophe is not yet averted

Shutterstock

Matt McDonald, The University of Queensland

As negotiators stagger towards their beds in Dubai and another year’s climate talks come to a close, it’s time to take stock. Did COP28 achieve the big breakthrough the world needs on climate change?

Probably not. But the final agreement – met with an ovation – includes a first call for nations to transition away from fossil fuels. It’s a step short of a commitment to phasing the fuels out, as some delegates had pushed for. But the development suggests the days of fossil fuels are numbered.

The overriding question the world now faces is whether the broad commitments nations agreed to are enough as climate change gathers pace. The answer, alarmingly, is no.

UAE: controversial hosts

This year’s talks were controversial from the start.

The role of oil man Sultan Al Jaber as COP28 president fuelled concerns about the hosting role of the United Arab Emirates – a country with significant interests in sustaining a fossil fuel economy. Then came reports Al Jaber had questioned the scientific rationale for phasing out fossil fuels to tackle climate change, amid reports of fossil fuel trade negotiations on the sidelines of negotiations).

On top of this, unprecedented numbers of fossil fuel lobbyists and geoengineering advocates attended the talks. This did not create the ideal conditions for action on climate change.

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Les émissions de CO₂ d’origine fossile ont atteint un nouveau record en 2023

Pep Canadell, CSIRO; Corinne Le Quéré, University of East Anglia; Glen Peters, Center for International Climate and Environment Research – Oslo; Judith Hauck, Universität Bremen; Julia Pongratz, Ludwig Maximilian University of Munich; Philippe Ciais, Commissariat à l’énergie atomique et aux énergies alternatives (CEA); Pierre Friedlingstein, University of Exeter; Robbie Andrew, Center for International Climate and Environment Research – Oslo, and Rob Jackson, Stanford University

Les émissions mondiales de dioxyde de carbone (CO2) d’origine fossile augmenteront de 1,1 % en 2023, les portant au niveau record de 36,8 milliards de tonnes de CO2. C’est la conclusion du 18e rapport annuel du Global Carbon Project sur l’état du budget carbone mondial, que nous avons publié aujourd’hui.

Le CO2 d’origine fossile comprend les émissions provenant de la combustion et de l’utilisation des énergies fossiles (charbon, pétrole et gaz) et de la production de ciment. Si l’on tient également compte des émissions et des retraits de CO2 liés au changement d’affectation des terres, comme la déforestation et la reforestation, les activités humaines devraient même émettre 40,9 milliards de tonnes de CO2 en 2023.

La végétation et les océans continuent d’absorber environ la moitié de toutes les émissions de CO₂, mais le reste s’accumule dans l’atmosphère et provoque un réchauffement croissant de la planète.

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Risolvere la crisi climatica significa porre fine alla nostra dipendenza dalla crescita economica

Source: Open Democracy

 

Fonte Znetwork  che ringraziamo 

 

 

Ma la decrescita nel Nord del mondo non funzionerà se non sarà accompagnata da risarcimenti per il Sud del mondo

I leader mondiali arriveranno ora a Dubai per la COP28 , dove discuteranno su come accelerare la spinta globale verso l’energia pulita.

E con il Nord del mondo responsabile del 92% delle emissioni di anidride carbonica in eccesso a livello mondiale o del 74% dell’uso di materiali in eccesso (metà del quale viene estratto nel Sud del mondo), è chiaro che l’attuale crisi ecologica è responsabilità delle economie industrializzate che sedersi attorno al tavolo.

La fonte del problema risiede nello stesso sistema economico che dà priorità alla crescita economica, al profitto e all’accumulo di ricchezza rispetto al benessere delle persone e del pianeta. Il cieco perseguimento di una crescita economica esponenziale ha dato impulso al processo decisionale economico. Ma la crescita economica esponenziale comporta un’estrazione esponenziale e un approfondimento esponenziale delle disuguaglianze.

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Una fuga di notizie mostra che gli Emirati Arabi Uniti hanno pianificato di utilizzare i colloqui sul clima della COP28 per concludere accordi sui combustibili fossili

Fonte Znetwork.org

Gli Emirati Arabi Uniti, che ospitano la conferenza sul clima COP28 delle Nazioni Unite di quest’anno, hanno segretamente cospirato per utilizzare l’incontro globale come luogo per concludere accordi sui combustibili fossili con altri paesi e fare pressioni per petrolio e gas, rileva un’indagine schiacciante.

Secondo quanto riferito  dal Center for Climate Reporting  (CCR) e  dalla BBC , Sultan al-Jaber – che è sia presidente della COP28 che amministratore delegato della compagnia petrolifera statale degli Emirati Arabi Uniti, Abu Dhabi National Oil Company (ADNOC) – ha cercato di utilizzare la conferenza come un’opportunità per aumentare le esportazioni di petrolio e gas di ADNOC. Al-Jaber ha trascorso gli ultimi mesi incontrandosi con leader globali e aziendali, con almeno un paese che avrebbe dato seguito a una discussione sugli affari legati all’ADNOC.

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COP28: a year on from climate change funding breakthrough, poor countries eye disappointment at Dubai summit

Lisa Vanhala, UCL

At the COP27 summit in Sharm El-Sheikh, Egypt, an agreement to establish a loss and damage fund was hailed as a major breakthrough on one of the trickiest topics in the UN climate change negotiations. In an otherwise frustrating conference, this decision in November 2022 acknowledged the help that poorer and low-emitting countries in particular need to deal with the consequences of climate change – and, tentatively, who ought to pay.

This following year has seen more extreme weather records broken. Torrential rains created flooding which swept away an entire city in Libya, while wildfires razed swathes of Canada, Greece and the Hawaiian island of Maui.

As these events become routine worldwide, the case grows for an effective fund that can be set up quickly and help those most vulnerable to climate change. But after a year of talks, the fund has, so far, failed to materialise in the way that developing countries had hoped.

I’m writing a book on UN governance of loss and damage, and have been following the negotiations since 2013. Here’s what happened after the negotiators went home and what to watch out for when they return, this time at COP28 in Dubai.

Big questions

Many questions were raised and left unresolved in Sharm El-Sheikh. Among them: who will pay into this new fund? Where will it sit? Who will have power over it? And who will have access to the funding (and who won’t)?

A transitional committee with 14 developing country members and 10 developed country members was appointed by the UN to debate these questions after COP27. The committee has met regularly over the last year, but at its fourth meeting at the end of October – scheduled as the last session – important questions surrounding the fund, such as who should host and administer it, remained. Discussions broke down without an agreement.

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Quando gli idioti sapienti fanno economia climatica

 

 

Come una cricca d’élite di economisti con problemi di matematica ha dirottato la politica climatica

Fonte ZNETWORK.ORG che ringraziamo

Autore:

William Nordhaus, che ha compiuto 82 anni quest’anno, è stato il primo economista dei nostri tempi a tentare di quantificare il costo del cambiamento climatico. La sua magia nella modellazione del clima, che gli è valsa il Premio Nobel per le scienze economiche nel 2018, lo ha reso uno dei pensatori più importanti al mondo. Le sue idee sono state adottate dal Gruppo intergovernativo sui cambiamenti climatici, dall’Agenzia per la protezione ambientale degli Stati Uniti, dai gestori del rischio globale, dal settore dei servizi finanziari e dalle università di tutto il mondo che insegnano l’economia climatica. Il lavoro di Nordhaus potrebbe letteralmente influenzare la vita di miliardi di persone. Questo perché la sua quantificazione dei costi immediati dell’azione per il clima – bilanciati rispetto ai danni economici a lungo termine derivanti dalla mancata azione – è la base di proposte chiave per mitigare le emissioni di carbonio. Non è un’esagerazione suggerire che il destino delle nazioni e di una parte considerevole dell’umanità dipenda dalla correttezza delle sue proiezioni.

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Capitalismo verde: non credere alla montatura pubblicitaria

Di questo articolo per davvero interessante  postiamo una traduzione effettuata con google translator per facilitarne la lettura. Per un uso professionale o di studio raccomandiamo di fare riferimento al testo originale alla fonte ZNETWORK

Ringraziamo ZNETWORK  e  l’Autore Marty Hart-Landsberg

Non abbiamo più tempo per evitare il disastro climatico. In qualità di firmatari dell’Accordo di Parigi del 2015, un trattato internazionale giuridicamente vincolante sul cambiamento climatico ,  più di 190 governi si sono impegnati ad agire per limitare l’aumento delle temperature medie globali a “ben al di sotto” di 2°C rispetto ai livelli preindustriali, perseguendo al contempo sforzi per limitare l’aumento a 1,5°C più sicuri. La posta in gioco è alta: il fallimento comporta un rischio molto elevato di cambiamenti climatici catastrofici, con meccanismi di feedback che innescano ondate di caldo insopportabili, migrazioni massicce, mega incendi, siccità e desertificazione delle terre e inondazioni delle città pianeggianti.

Il segretario generale dell’ONU Antonio Guterres ha dichiarato che si tratta di “Codice Rosso per l’umanità”. Eppure, secondo un  rapporto del Programma ambientale  delle Nazioni Unite del 2022 che incorpora gli impegni nazionali aggiornati per limitare le emissioni di gas serra, “Le politiche attualmente in atto indicano un aumento della temperatura di 2,8°C entro la fine del secolo. L’attuazione degli attuali impegni ridurrà l’aumento della temperatura solo a 2,4-2,6°C entro la fine del secolo”.

Allora cosa dà? In breve, la maggior parte dei governi continua a non essere disposta a modificare i sistemi di produzione e i modelli di consumo esistenti. Il governo degli Stati Uniti, ad esempio, continua ad agire come se credesse che una crescita sostenibile dal punto di vista ambientale, o crescita verde, possa essere raggiunta attraverso l’uso di incentivi e sussidi mirati. In altre parole, le aziende, in risposta ai segnali del mercato influenzati dallo Stato, produrranno le nuove tecnologie e i prodotti necessari per ridurre le emissioni future e persino eliminare le emissioni esistenti dall’atmosfera al momento giusto, il tutto consentendo al tempo stesso alla crescita economica di continuare. .

Sfortunatamente per noi, questa è una strategia perdente: lascia in piedi un sistema economico che avvantaggia i ricchi a scapito dei molti. E ci sono tutte le ragioni per dubitare che le forze di mercato, con o senza incentivi e sussidi governativi, porteranno le aziende in cerca di profitto a intraprendere i cambiamenti necessari per evitare una crisi climatica in continuo peggioramento. In realtà, è più probabile il contrario. Le aziende si sono dimostrate più che capaci di ristrutturare i mercati in modo da aprire nuove strade al profitto privato, spesso a scapito del clima. Se vogliamo un sistema economico sostenibile ed equo, dovremo superare gli imperativi capitalisti e sviluppare le organizzazioni e le istituzioni che ci permetteranno di costruirlo direttamente. 

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Mario Agostinelli. Laudate Deum, appello davanti l’abisso

Fonte Inchiestaonline   

Autore Mario Agostinelli che ringraziamo 

 

Di fronte al fallimento delle élite, la strada da percorrere è innanzitutto quella dal basso e l’appello va ai giovani in particolare. Un commento laico alla esortazione apostolica di papa Francesco.

«Perché si vuole mantenere oggi un potere che sarà ricordato per la sua incapacità di intervenire quando era urgente e necessario farlo?». Il messaggio della “Laudato Si’”- amore, salvezza e liberazione oltre i credenti – caratterizza anche la recente esortazione papale “Laudate Deum”, che, tuttavia, è ben più che un aggiustamento del tiro della precedente Enciclica. Anzi, traspare con una certa ruvidezza la percezione di un’accoglienza tuttora insufficiente della predicazione del papa tra i fedeli e di un ostinato permanere del negazionismo nelle aree di potere. In effetti, il linguaggio accessibilissimo, che annuncia l’emergenza climatica come punto di rottura per l’umanità, non è stato affatto amplificato né dalla stampa né dalla politica, che hanno sostanzialmente accolto le drammatiche riflessioni di Bergoglio come un rimediabile inciampo sulla via di una problematica crescita vieppiù sostenuta da conflitti e armi anche dopo la pandemia.

La profonda inquietudine, che contrasta la speranza che inondava invece quel primitivo cenno di superamento dell’antropocentrismo e di storicizzazione dell’Universo su cui l’umanità approda solo dopo 14 miliardi di anni dal Big Bang, questa volta non ha ancora “preso le ali”.

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Climate change could lead to food-related civil unrest in UK within 50 years, say experts

This article is republished from The Conversation under a Creative Commons license. Read the original article.

Sarah Bridle, University of York and Aled Jones, Anglia Ruskin University

The emptying of supermarket shelves during the COVID pandemic demonstrated the chaos that disruption to the UK’s food supply can provoke. Could this type of disruption have a different cause in the future? And what might the impact on society be?

These are the questions we sought to answer in our new study, which involved surveying 58 leading UK food experts spanning academia, policy, charitable organisations and business.

Our findings indicate that food shortages stemming from extreme weather events could potentially lead to civil unrest in the UK within 50 years. Shortages of staple carbohydrates like wheat, bread, pasta and cereal appear to be the most likely triggers of such unrest.

The UK’s food system appears to be particularly vulnerable to significant disruption. This vulnerability can be attributed, in part, to its emphasis on efficiency at the expense of resilience (the ability to withstand and recover from shocks). This approach includes a heavy reliance on seasonal labour and practices like “just-in-time” supply chains, where products are delivered precisely when needed.

Our study emphasises the importance of developing plans to help the UK prepare for, and respond to, the risks associated with food shortages in the future.

Out of Stock sign on a supermarket shelf.
Customers emptied supermarket shelves in a panic during the COVID pandemic.
Kauka Jarvi/Shutterstock

Expert survey

We asked food experts to rate the likelihood of a scenario occurring in the UK in which more than 30,000 people suffered violent injury over the course of one year through events such as demonstrations or violent looting.

Just over 40% of these experts said they thought such a scenario was either “possible” or “more likely than not” in the next ten years. Over 50 years, nearly 80% of experts believed civil unrest was either possible, more likely than not, or “very likely”.

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L’Artico è caldo: affrontare le implicazioni sociali e ambientali

Fonte: SIPRI 

Copertina
Editore: SIPRI
SIPRI, Stoccolma:
Settembre 2023

L’Artico sta diventando sempre più conteso e attira nuovi sviluppi. L’Unione Europea (UE) è uno degli attori che si sta rivolgendo all’Artico per raggiungere i suoi obiettivi in ​​materia di clima, energia, spazio e sicurezza. Tuttavia, questo crescente interesse può comportare implicazioni locali negative a livello sociale e ambientale se non adeguatamente pianificato e considerato. Il presente Policy Brief del SIPRI fornisce una panoramica dell’attenzione dell’UE sull’Artico, con particolare attenzione a Kiruna, e sull’importanza degli approcci precauzionali e incentrati sull’uomo.

Contenuti

Il crescente interesse dell’UE per l’Artico

Il caso di Kiruna

Punti di partenza per il futuro

 

INFORMAZIONI SULL’AUTORE/I/REDATTORI

Emilie Broek è stata assistente di ricerca nel programma SIPRI sui cambiamenti climatici e sui rischi.

“I più pessimisti erano fin troppo ottimisti”

Fonte Terrestres  che ringraziamo

Intervista condotta da Quentin Hardy e Pierre de Jouvancourt.

Autore intervistato  : Jean-Baptiste Fressoz **

[ la traduzione dal francese è stata effettuata con l’assistenza di google translator. Per un uso professionale e/o di studio si raccomanda di fare riferimento al testo originale ]

Nonostante lo sconvolgimento dei mercati energetici seguito alla guerra in Ucraina, nel 2022 la domanda globale di energia fossile non è quasi diminuita. Nonostante tutto, alcuni sperano che l’idea di transizione energetica, legittimata dal teso contesto geopolitico, possa finalmente prendere seriamente il via. Nulla però è meno certo in quanto la storia dell’energia si scontra con i nostri pregiudizi sulle possibili politiche energetiche. Colloquio.

Tempo di lettura: 20 minuti 

Recentemente hai pubblicato articoli che mettono in discussione la nozione di transizione energetica, mostrando in particolare che questa nozione influenza il modo in cui pensiamo alle trasformazioni necessarie oggi di fronte al cambiamento climatico. Puoi ricordarci quali sono i tuoi argomenti principali?

Jean-Baptiste Fressoz: La transizione energetica è il futuro più consensuale che ci sia. Di fronte al cambiamento climatico è evidente che occorre effettuare una “transizione energetica”. Ma se ci pensi, è qualcosa di gigantesco di cui non abbiamo esperienza storica. Su scala globale non c’è mai stata una transizione energetica, non sappiamo quanto tempo potrebbe richiedere. 

Questa idea di transizione energetica ci sembra naturale perché abbiamo una visione della storia dell’energia del tutto falsa, secondo la quale avremmo vissuto diverse transizioni nel passato, che avremmo cambiato completamente in più occasioni i sistemi energetici (dal legno, al carbone, dal carbone al petrolio), quando in realtà abbiamo solo consumato sempre di più tutte queste energie. 

Su scala globale, non c’è mai stata una transizione energetica… L’attuale nozione di transizione energetica fa sembrare un problema di civiltà un semplice cambiamento nelle infrastrutture energetiche.

Jean-Baptiste Fressoz

La nostra cultura storica ha normalizzato una futurologia straordinariamente strana. L’attuale nozione di transizione energetica fa sembrare un problema di civiltà un semplice cambiamento nelle infrastrutture energetiche. Questo è un errore di categoria.

Nel tuo recente lavoro parli di “simbiosi energetica e materiale” riguardo ai rapporti tra energia e infrastrutture produttive nella storia. Puoi dirci cosa intendi con questo e fare qualche esempio?

In generale, la storia dell’energia è classicamente divisa in grandi fasi: nel XVIII secolo si usava il legno e l’idraulica, nell’Ottocento, con la rivoluzione industriale, il carbone e nel XX secolo il petrolio e l’elettricità. In un libro di prossima pubblicazione, invece, studio le simbiosi tra le energie. In che modo, ad esempio, l’uso del carbone fa sì che consumiamo molta più legna, anche per ragioni energetiche? In che modo l’uso del petrolio determina un maggiore consumo di carbone, anche per ragioni energetiche, ecc.?

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Greece’s record rainfall and flash floods are part of a trend – across the Mediterranean, the weather is becoming more dangerous

Ioanna Stamataki, University of Greenwich

Recent images of the devastating flash floods caused by Storm Daniel in Greece hit close to home literally and figuratively. As a Greek who has completed a PhD and worked for the past eight years on flash floods, the scenes unfolding across my homeland are painfully real: a stark reminder of the broader environmental challenges we face both on a local and a global scale.

These unprecedented flash floods were triggered by rainfall from the arrival of Storm Daniel on Monday September 4 which also affected Turkey and Bulgaria. The following day, in the village of Zagora, a record-breaking 754mm of rain fell in just 18 hours, leaving parts of the region of Thessaly in crisis and unable to respond.

To put this in perspective, London gets about 585mm of rain over the course of a year while Thessaly gets 495mm, meaning that on Tuesday, about 1.5 years’ worth of rain fell in 18 hours. Imagine the most torrential rain you have ever experienced, perhaps a cloudburst lasting 20 minutes or so. Now imagine it raining that hard but without pause for an entire day.

Flash flooding is short in duration but extremely intense, and typically happens within six hours of heavy rainfall. Unlike regular floods, which develop more slowly and can be predicted in advance, flash floods catch people off guard due to their rapid onset and are rarely recorded in the field.

Annotated map of central Greece
Greece’s daily rainfall record was broken with 754 mm of rain in the village of Zagora – more than double the UK’s equivalent record.
National Observatory of Athens/meteo.gr, CC BY-SA

Catastrophic effects

Across the three affected countries the floods have killed at least 18 people, with many others seeking refuge on their rooftops. There are ongoing power and water outages, infrastructure has been damaged, houses and even entire villages have been completely submerged.

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La posta in gioco della classe operaia nella lotta contro il riscaldamento globale

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Suggerirò qui che la classe operaia ha un ruolo unico da svolgere nella lotta contro il riscaldamento globale perché le classi proprietarie e gestionali hanno interessi legati a un sistema economico che ha una tendenza intrinseca alla devastazione ecologica mentre la classe operaia non.

Nel suo avvertimento “Codice Rosso per l’Umanità” del 2021, il Gruppo Intergovernativo sui Cambiamenti Climatici delle Nazioni Unite ha affermato: “I campanelli d’allarme sono assordanti e le prove sono inconfutabili: le emissioni di gas serra derivanti dalla combustione di combustibili fossili e dalla deforestazione stanno soffocando il nostro pianeta e mettendo miliardi di persone a rischio immediato. Il riscaldamento globale sta colpendo ogni regione della Terra…” Con i danni causati dall’intensificarsi delle tempeste e la gente che muore a causa delle ondate di caldo, potrebbe sembrare che tutti hanno un interesse nel progetto di sostenibilità ecologica e di porre fine rapidamente alla combustione di combustibili fossili. Come sappiamo, tuttavia, vari settori delle classi proprietarie e gestionali perseguono profitti dall’estrazione, dalla raffinazione e dalla combustione di combustibili fossili. Proteggono gli investimenti irrecuperabili in infrastrutture basate sui combustibili fossili (come le centrali elettriche a gas) o propongono strategie altamente improbabili (come la cattura e lo stoccaggio del carbonio). Pertanto molti settori delle classi più elevate della nostra società rappresentano un ostacolo alla sostenibilità ecologica.

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